TIDDY

EPLYN

VIDA E OBRA MUSICAL

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Na Rua Macombre durante os anos de 1993 a 95, ainda criança, Tiddy tinha a Air Band “Brian Boys”.

Começou a aquecer as cordas vocais imitando os relatos de futebol do pai, transmitidos pela Rádio Moçambique, como locutor desportivo.

Nessa época nos intervalos de futebol passavam a música “Highway to Hell” dos AC/DC*.
Esta foi uma das bandas que ficou na memória e lhe influenciou o percurso musical.

Dos LPs do pai ouviu também as músicas dos anos 60/70, Rock & Roll, Jimmy Hendrix, Blues,
Marrabenta, Fado, Afro-Americano, entre outros gostos musicais.

1998 – Tiddy começa a fazer a própria colecção de música. Basicamente era só música rock dos anos 80/90.

Influenciado também por primos mais velhos quando vinham de Maputo para o visitar em Nampula
que traziam muitas cassetes de música rock.

O seu grupo de amigos nesta época gostavam mais de Rap e Hip-Pop…

Em 2000 sai da cidade de Nampula para o Distrito de Monapo, para estudar na escola da fábrica
 onde o pai trabalhava…

Frequentava o segundo ano de electricidade quando conheceu o Sérgio, amigo do seu pai,
que também gostava de Rock e lhe passou muitas cassetes, aumentando-lhe a colecção.

Em Nampula era difícil encontrar cassetes de música rock, só era possível comprar em sítios muito específicos.

Durante a estadia em Monapo os fins-de-semana eram passados em Nampula, onde conheceu o Charles
lhe que ensinou a coleccionar bandeiras de rock.

Nesta época eram poucos os que ouviam música rock. O Charles apresentou-lhe os U2, os The Doors, Oasis, Limp Bizkit, Heroes del Silencio, entre outros artistas.

Tiddy volta para Nampula em 2002, onde termina a Escola Industrial.

Em 2003, vai para Maputo frequentar electrónica, no Instituto Industrial.

Um ano depois muda para o ISMA, onde concluiu em Ciências Sociais.

Na capital de Moçambique, começa a fazer colecção de CDs das bandas de Rock.

Começa a aprender a tocar guitarra com Omar Issá em 2005, um dos formadores da banda Eyuphuro.

Tiddy equaciona tocar com uma banda, o que antes era impensável.

Com o primo Omar Issá Jr, grava a primeira música “Punching the Time”, uma versão que mais tarde
foi trabalhada para o disco Killing for the Money.

Após a gravação da música, Tiddy passa à procura de uma banda e de amigos para formar uma banda.

Quando vê na Agenda Cultural da TVM o anúncio do Festival Metal Zone decide ir ao concerto
e começa a fazer amizades com pessoas ligadas a Rock em Maputo.

Em 2007 formou a banda, Twenty Seven Spirit. Fizeram-se alguns ensaios mas nada chegou a acontecer.

Nessa altura, Tiddy Eplyn já frequentava os estúdios da Casa da Cultura no Alto Maé,
onde conheceu a banda Self Esteem que o convida para ser o vocalista.

Durante quase um ano participa em muitos concertos, mas no final de 2008 saiu da banda e formou a Recycle Bin com Melchior Ferreira no baixo e back-vocal, e Doló, da banda Moticoma, na bateria.

Na Recycle Bin, Tiddy assume a guitarra da banda e voz principal.

A banda não durou muito tempo, houve um “surto” que a levou ao fim.

A música “Tiddy Eplyn In Coma”, a faixa número 9 do álbum Killing for the Money, explica o “surto”.

Músicas como “Eplyn Revolution” e “Ronny Kansado” remontam dessa época.

Depois dessa situação, movido pelas circunstâncias, viaja para Pemba.

Em Pemba não ficou totalmente parado, matricula-se em Direito na UCM,
faz apresentações como Projecto Orgasmos, é convidado como modelo publicitário de uma das marcas
de bebida e de telefonia móvel nacionais.

Regressa no início de 2012 a Maputo e a 17 de Março cria oficialmente a banda DWD.

Em 2014 é convidado e contratado pela banda Self Esteem para a tornée do lançamento do álbum Infinito.

Tiddy lança com os DWD o primeiro álbum Killing for the Money em 2015.

Em 2016 vence o Rising Star, programa do MMA em Maputo, produzido pela DDB,
e forma o projeto Back to 80’s com o guitarrista Amável Pinto.
Internacionaliza-se com a banda DWD na participação do Festival de Rock Orlei em Angola.

Cria o projecto Hey!Tributo, em 2017, evento que visa divulgar artistas e bandas nacionais.

Entre Junho e Setembro é convidado para Portugal, pela banda D’alma onde grava a música “Identidade”,
com letra adaptada do poema do escritor Mia Couto.

A 16 de Dezembro a Jack Daniels promove o lançamento do single “18th”.

Em finais de Fevereiro de 2018, regressa a Pemba, para uma retirada sabática mas não consegue ficar contido.

Rock & Roll Unplugged é mais um projecto durante a sua estadia em Pemba.

Em Maio de 2019 foi convidado para fazer a abertura da BAÍA DO JAZZ.
Era a primeira edição deste Festival de uma semana com Workshops e com Concertos em várias unidades hoteleiras da cidade de Pemba, mas devido ao Ciclone Kenneth tudo foi alterado.

Tiddy solidarizou-se com os movimentos espontâneos de apoio ás vítimas do Ciclone
e abriu o Concerto Solidário da BAÍA DO JAZZ com o tema “UNIDOS POR CABO DELGADO“,
nome de uma das Campanhas de Angariação de Fundos.  

A 12 de Dezembro de 2019 “DOCE PAIXÃO” rasga o heavy rock e transforma-se numa balada.
Tiddy Eplyn lança este tema com um video em que a maioria das imagens foram captadas em Pemba.

*Em Fevereiro de 2020, TIDDY EPLYN é contactado via e-mail por Jen Miller, Editor na Jen Reviews, por ter mencionado os AC/DC
como uma banda da sua referência nesta biografia, e recebe como cortesia o direito da partilha deste link: “COMO TOCAR GUITARRA COMO OS AC/DC
do website BeginnerGuitarHQ.

 

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